
Se você analisar seus melhores clientes, vai notar que:
- Eles não compraram por que viram uma mensagem
- Eles compraram porque desenvolveram confiança
- Acreditaram que você entendeu o mundo deles.
- Acreditaram que seu método podia funcionar
- Acreditaram que a sua equipe podia entregar
- Viram provas suficientes
- Confiaram na conversação
Se o negócio fechou rapidamente, provavelmente a confiança foi construída junto a terceiros, através da reputação, referências, autoridade, conteúdo ou credibilidade no mercado.
O seu sistema de marketing precisa construir a confiança de forma intencional antes que Vendas seja envolvida.
Nas vendas B2B complexas, o comprador precisa de exposição repetida para avançar.
Precisam:
- Ver o seu pensamento
- Entender o problema
- Comparar opções
- Justificar a decisão internamente
- Acreditar que as mudanças valem o esforço
- Se sentirem seguros
Uma única interação não resolve os pontos acima.
Cada prospect possui seu ritmo de maturação. Se o seu sistema só foca nos 5% que estão maduros, você vai perder os 95% restantes.
A estratégia é o sistema que transforma o primeiro contato em confiança acumulada.
A maioria das empresas erra no meio da jornada, entre a captura no início da jornada e a criação de oportunidade para vendas.
Essa parte da jornada é onde o sistema nutre, educa, rastreia. Qualifica, segmenta e aquece os prospects que não estão maduros. É nessa fase que a confiança deve ser construída.
Valor é como a confiança é construída antes da venda
Não é possível exigir confiança de um prospect. Você ganha a confiança antes da venda, ajudando o prospect entender o problema dele de forma mais clara através de diferentes conteúdos.
Valor==>Confiança==>Relacionamento==>Melhora nas conversas de vendas
Você precisa criar conteúdo que ajude seus prospects a ficarem confiantes, para gerar conversão em vendas.
O comprador precisa acreditar que:
- O problema é urgente
- Que a maneira antiga não funciona mais
- Que sua categoria é importante
- Que o custo da inação é real
- Que o seu método é seguro
- Que as barreiras de implantação são gerenciáveis
- Que os stakeholders internos aceitarão
- Que sua empresa é crível
Essa credibilidade pode ser mapeada, sequenciada e transformada em conteúdo em diversos tipos de ativos, que quando disponibilizados, os acessos são rastreados para mensurar o nível de engajamento e orientar os próximos passos. O objetivo é orienta vendas sobre timing, contexto e priorização.
O Ciclo de Confiança
O ciclo de confiança funciona assim: captura, nutrição, rastreamento do engajamento, qualificação, segmentação, contextualização, e envio da mensagem/conteúdo correto para a persona correta no momento certo.
Os 7 níveis de confiança na jornada do comprador
- A crença do comprador – desenvolver uma chamada de conteúdo de atração. Essa crença é a base para a criação de ativos de conteúdo que geram confiança.
- Ativos de Confiança – A crença implantada se transforma em ativos que funcionam como uma forma de baixa fricção para ele aprender algo útil e entrar no seu mundo.
- Framework
- Diagnóstico
- Benchmark
- Checklist
- Calculadora
- Guia de decisão
- Decomposição
- Relatório
- Estudo de Caso
- Vídeo explicativo
- Comparação
- Distribuição – os ativos precisam chegar às pessoas certas pelos canais mais adequados
- Captura – tornar leads anônimos ou de interesse passivo em identificáveis para engajamento. Captura de dados através de opt-in, formulário de visita a landing page, comentário no LinkedIn, clique em email, registro em webinar/eventos, download de conteúdo ou reativação no CRM.
- Nutrição- manter o fornecimento de conteúdo de valor para ajudar o prospect a entender o problema, o seu método, avaliar riscos e gerar confiança. O objetivo é se manter visível e útil.
- Qualificação – através do rastreamento identificar que abriu, clicou, retornou baixou, reengajou, visitou, respondeu, agendou os conteúdos.
- Handoff para Vendas- quando várias personas do comitê de compras do comprador demonstram um determinado nível de engajamento, vendas terá um contexto que permitirá uma abordagem mais assertiva, baseada no comportamento das personas e no contexto da conta.


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